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Jardim Tiradentes

Veja quem Domingos, Boy e Clusemar irão apoiar nas eleições deste ano

O cenário revela tanto união quanto disputa: juntos nas candidaturas majoritárias, mas rivais na briga por votos nas eleições proporcionais

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Foto: Reprodução

A quase um mês das eleições, o xadrez político da região do Jardim Tiradentes já toma forma. Os três vereadores com maior influência na região — Domingos Rodrigues (PL), Rosinaldo Boy (Solidariedade) e Professor Clusemar (Podemos) — já bateram martelo sobre boa parte dos seus apoios, e o cenário revela tanto união quanto disputa: juntos nas candidaturas majoritárias, mas rivais na briga por votos nas eleições proporcionais.

Um só palanque para os cargos majoritários

Não há dúvidas nem divergências quando o assunto são os cargos mais disputados do pleito. Domingos, Boy e Clusemar caminham lado a lado apoiando Gustavo Mendanha e Gracinha Caiado para o Senado, Daniel Vilela para o Governo de Goiás e Ronaldo Caiado para a Presidência da República. É a base que une os três nomes — mesmo que, como se verá adiante, a sintonia acabe por aí.

A disputa por deputado estadual: Willian Panda tem dois padrinhos

Na corrida para a Assembleia Legislativa, Domingos Rodrigues e Professor Clusemar declararam apoio ao mesmo nome: Willian Panda. A dobradinha reforça o peso político do candidato na região e sinaliza um esforço conjunto para garantir a vaga.

Já Rosinaldo Boy decidiu trilhar caminho próprio. O vereador anunciou apoio a Vanilson Bueno, rompendo com o consenso dos colegas e indicando que pretende fortalecer sua própria base de influência dentro do bairro.

Deputado federal: cada um com sua aposta — e uma incógnita

É na disputa para a Câmara dos Deputados que as diferenças ficam ainda mais evidentes. Domingos Rodrigues apoia Lucas Virgílio, enquanto Professor Clusemar aposta em Glaustin da Fokus. Rosinaldo Boy, por sua vez, ainda não revelou seu candidato — uma definição que promete mexer com os bastidores da política local nas próximas semanas.

O que está em jogo

No fim das contas, o retrato que se forma é claro: nos grandes cargos, os três vereadores falam a mesma língua e fecham questão. Mas quando o assunto é a disputa proporcional — onde estão em jogo influência direta, capital político e a construção de bases próprias para o futuro — cada um trata de proteger seu próprio território. É nessa disputa silenciosa, mais do que nos palanques compartilhados, que se decidirá quem sai fortalecido do Jardim Tiradentes depois das urnas.

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